Homens e mulheres: essencialmente iguais, funcionalmente diferentes. Como lidar com casais “disfuncionais”?

Veja este Caso

Apresentação do caso:

  • Bruno, 40 anos, sócio de uma empresa que realiza projetos de PPP e concessões públicas
  • Cintia, 37 anos, arquiteta urbanista
  • Fernanda, filha de 2 anos do casal
  • Clientes há apenas dois meses


Descrição do caso:

Bruno é filho de professores e vem de uma família simples, na qual os pais sempre tiveram controle dos gastos e focaram na formação universitária de Bruno e de seu único irmão. Em sua família, é comum uma geração ajudar financeiramente a geração anterior, e atualmente seus pais ajudam os avós. Bruno atuou na iniciativa pública no âmbito estadual e municipal e, há 6 anos, alcançou um nível de renda com o qual jamais havia sonhado.

Cintia vem de uma família muito bem estruturada financeiramente. O pai atua no mercado imobiliário e a mãe sempre defendeu que as mulheres devem ser independentes. No entanto, o pai de Cintia ainda lhe dá uma “mesada” e reembolsa os gastos da família quando vão visitá-los.

Bruno e Cintia estão casados há 6 anos e caminham na companhia do planejador há cerca de dois meses. No início do trabalho, Bruno sinalizou a intenção de compreender exatamente os gastos da família de forma conjunta, reconhecendo que Cintia se sentia diminuída pelo fato de que a casa representava grande parte dos gastos.

Cintia, por sua vez, demonstra uma visão altamente feminista, claramente influenciada pela mãe. Após o nascimento de Fernanda, sofreu depressão pós-parto, e atualmente se sente diminuída por ganhar bem menos que o esposo, além de se incomodar com a rotina dedicada à filha, que, segundo ela, demanda muito tempo e gastos elevados.

A família vendeu um imóvel recentemente e optou por uma experiência de um ano no modelo de aluguel, para então decidir se irão comprar outro imóvel (segundo eles, na faixa de R$ 3 milhões) ou manter a locação. Gozam de um estilo de vida sofisticado e caro, com viagens internacionais constantes e compras recorrentes de itens de luxo, e agora começaram a perceber a importância de maior cuidado com a dinâmica financeira para construir o estoque patrimonial desejado. Apesar de uma renda total de R$ 150K e gastos mensais em torno de R$ 70K, ainda não dispõem de reserva de emergência e não investem com regularidade, mas querem se preparar para a aposentadoria.

Desde o primeiro contato com o casal em uma apresentação comercial, o planejador notou um grave problema de comunicação. Bruno e Cintia se dão muito bem, mas, quando começam a conversar sobre desejos e projetos, o clima “esquenta” e a falta de alinhamento fica evidente. O mandato inicial definido para o trabalho envolve as seguintes questões:

  • Construção de clareza em relação ao orçamento da família
  • Construção de uma reserva de emergência
  • Equilíbrio saudável em relação ao nível de gastos atuais
  • Clareza e segurança em relação ao futuro: evolução patrimonial, aposentadoria do casal e formação universitária da filha
  • O legado que querem deixar: aspectos financeiros e não financeiros.


O que abordaremos neste caso:

  • Como apresentar ao casal uma visão de estilo de vida mais simples, sem que isso cause insatisfação?
  • Como conter o alto nível de ansiedade demonstrado por Bruno nas reuniões?
  • Como ajudar Cintia a amadurecer?
  • Como propor uma agenda positiva ao casal para se relacionarem mais, sem que isso implique necessariamente em mais gastos?
  • Gastar no presente vs. investir para o futuro: como desenvolver esta agenda de forma madura junto a famílias com grande superávit orçamentário?
  • Ao lidar com casais que apresentam alguma disfuncionalidade no relacionamento, qual é o papel do planejador no resgate da harmonia e alinhamento conjugal?


Obs: apesar de se tratar de um caso real, todos os nomes aqui mencionados são fictícios para resguardar a identidade dos clientes.

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